O assunto é técnico demais para que eu opine sobre os motivos segundo os quais o texto impresso seria melhor para o estudo. Mas posso falar da minha propria experiência. A Internet me dá em poucos minutos uma informação simples sobre alguma coisa. Mas se estou pesquisando um assunto mais a fundo, uso o texto na tela para fazer uma seleção do que é importante para mim - e depois imprimo, e é esse texto impresso que vou consultar.
eu tenho kindle, mas ainda sou mais o livro papel; isso, quanto ao manuseio e leitura do texto quanto à qualidade da informação, indiscutivelmente existem muitas pessoas abnegadas, pelo mundo, que doam seu tempo para escrever sobre os mais variados temas, online. mas, o proprio fato de ser conteúdo não-assinado, na maioria das vezes- como na Wiki- faz com que muita coisa seja pouco confiável. já me deparei com erros grotescos e distorções intencionais, no conteúdo de muitos verbetes, por exemplo. há que ter cautela. bjs
Idem. Na dúvida, se o assunto é importante, vou à Encyclopoedia Britannica. Que agora passou a se publicada só online (será que mantiveram todas as informações e ilustrações?)
Devem ter mantido, Sonia. E, só para compartilhar um pensamento a mais, sobre o assunto- coisa agradável que o Multy permite fazer, em muitos caracteres- eu acho que a Internet, de alguma maneira inconsciente, ativou nas pessoas uma relação arcaica com a palavra e as imagens.
Algo como a foto para o índio, que "aprisionava a alma"
E eu tenho, em algumas circunstâncias, a impressão que as pessoas- até de forma anônima e/ou oculta- se crêem verdadeira e delirantemente capazes de transformar a realidade, dos fatos acontecidos e do outro, através do texto e das imagens, na WEB. Acho que há uma "revitalização mágica" da palavra, totalmente distorcida, através dos pixels. E, acho interessante que, justamente a technologia, produto da razão, seja a responsável por isso.
Elas escrevem, editam imagens e... voilá! "aconteceu"! Seria cômico, se não fosse, no mínimo, sério.
Enfim... me ocorreu agora a digressão e quis aproveitar. Denise Weller( a própria) assina e despluga: boa noite, amigas.
4 comentários:
O assunto é técnico demais para que eu opine sobre os motivos segundo os quais o texto impresso seria melhor para o estudo. Mas posso falar da minha propria experiência. A Internet me dá em poucos minutos uma informação simples sobre alguma coisa. Mas se estou pesquisando um assunto mais a fundo, uso o texto na tela para fazer uma seleção do que é importante para mim - e depois imprimo, e é esse texto impresso que vou consultar.
eu tenho kindle, mas ainda sou mais o livro papel;
isso, quanto ao manuseio e leitura do texto
quanto à qualidade da informação, indiscutivelmente existem muitas pessoas abnegadas, pelo mundo, que doam seu tempo para escrever sobre os mais variados temas, online.
mas, o proprio fato de ser conteúdo não-assinado, na maioria das vezes- como na Wiki- faz com que muita coisa seja pouco confiável.
já me deparei com erros grotescos e distorções intencionais, no conteúdo de muitos verbetes, por exemplo.
há que ter cautela.
bjs
Idem. Na dúvida, se o assunto é importante, vou à Encyclopoedia Britannica. Que agora passou a se publicada só online (será que mantiveram todas as informações e ilustrações?)
Devem ter mantido, Sonia.
E, só para compartilhar um pensamento a mais, sobre o assunto- coisa agradável que o Multy permite fazer, em muitos caracteres- eu acho que a Internet, de alguma maneira inconsciente, ativou nas pessoas uma relação arcaica com a palavra e as imagens.
Algo como a foto para o índio, que "aprisionava a alma"
E eu tenho, em algumas circunstâncias, a impressão que as pessoas- até de forma anônima e/ou oculta- se crêem verdadeira e delirantemente capazes de transformar a realidade, dos fatos acontecidos e do outro, através do texto e das imagens, na WEB.
Acho que há uma "revitalização mágica" da palavra, totalmente distorcida, através dos pixels.
E, acho interessante que, justamente a technologia, produto da razão, seja a responsável por isso.
Elas escrevem, editam imagens e... voilá! "aconteceu"!
Seria cômico, se não fosse, no mínimo, sério.
Enfim... me ocorreu agora a digressão e quis aproveitar.
Denise Weller( a própria) assina e despluga: boa noite, amigas.
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